O Pobre Sonho

Talvez uma noite espera-me
Onde beberei tranquilo
Em alguma velha cidade
E morrerá mais contente:

Dado que é paciente.
Se o meu mal demite-se,
Se por acaso tenho algum ouro,
Escolherá o Norte

Ou os países das vinhas? …
– Ah! pensar é indigno,
Dado que é puro perda!
E se redeviens

O viajante antigo,
Nunca auberge verde
Não pode ser-me aberto.

ARTHUR RIMBAUD

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