A primeira e a segunda

Eu tinha amado à Primeira, mas meu amor já se extinguira. Tinha começado a amar a Segunda e a Primeira continuava amando-me. É uma história impressionante. Ninguém imaginaria que fosse terminar de modo tão misterioso. Nem eu, que sou o culpado, consegui ainda explicar o inesperado desenlace daquele tema tão singelo.

Não me recordo como comecei a amar à Primeira. Talvez porque tivesse um par de olhos negros maiores que onatural e que baixavam medrosamente diante dos meus? Ou porque me escreveu, sem conhecer-me, paraenviar-me sua humilde e tímida saudação em meio de uma batalha? Não era nem alta, nem graciosa, nembela, mas era cheia de humildade e de ardor. Vi-a, falei-lhe, assustei-a e terminei amando-a. Ela, antes, já mededicava amor – talvez mesmo antes de conhecer-me. Tinha uma pequena alma ardente, uma dessas almas que se consomem de febre sem descobrir-se nunca. Sentia por mim uma grande admiração, um amor ainda maior e uma devoção maior ainda.

Eu também, durante algum tempo, acreditei que a amava.

A revelação daquela existência oculta me tentava. Excitava-me a sensação do poder que eu exercia sobre ela. Uma palavra minha a punha triste ou alegre, insone ou extática. Ela esperava ordens minhas para sua vida: suas leituras, suas ocupações eram sugeridas por mim.

Procurava ser uma parte de mim mesmo; uma coisa familiar minha,e nada mais. Algum passeio ao longo das sinistras avenidas de ciprestes, pelos vales solitários, ou à margem do rio um pouco brumoso; algum beijo apressado na penumbra da tarde, alguma carta breve e imperativa eram suficientes para sua felicidade. Todos os dias me chegava uma carta sua, duas ou mesmo três, cheias de eloquente paixão, e nas quais cada um de meus aspectos, cada um de meus gestos eram recordados, descritos e comentados com lírico frenesi. Sozinha na grande cidade, longe de sua mãe e da sua montanha, toda a sua vida se havia concentrado naquele amor. Eu era para ela o Universo, enquanto ela, para mim, não passava de uma curiosidade.

O seu amor, porém, chegou a ser tão grande, que o meu não pode durar. Tenho tanto desprezo por mim mesmo que não me posso adaptar ao papel de ídolo. Irritava-me aquela apaixonada veneração, que a todo momento sentia em torno de mim. Saber que cada um de meus atos era espiado, recordado, engrandecido com todos os seus detalhes; que cada palavra minha era escutada, anotada, repetida, comentada, e que toda a minha vida era, para outro ser, um espetáculo; ainda que fosse de glória, me humilhava. Eu quero existir para mim, viver para mim; não quero que ninguém entre na minha vida, ainda que seja vestido de escravo.

Apenas um ano transcorrido, comecei a espaçar as visitas, os passeios e as cartas e já que, com isto, a sua paixão não diminuía, antes continuava a crescer, escrevi-lhe finalmente uma carta simples, breve e brusca para dizer-lhe que já não a amava, que nunca a havia amado e que deixasse de importunar-me com as cartas dela. Acreditava que o súbito desespero, o respeito que por mim sentia e a sua dignidade lhe imporiam silêncio.

Assim não foi. Não queria resignar-se a calar. Admitia, embora isto lhe fizesse sangrar o coração, que eu já não lhe amasse; mas não queria que eu lhe proibisse de continuar amando-me. Continuei a receber cartas, mais longas e mais ardentes do que nunca. Uma por uma, as datas, frases ou palavras eram por ela evocadas com a mais minuciosa e patética exatidão. Cada dia repetia que me amava ainda, que me amava cada dia mais, que não havia amado nunca à ninguém mais do que a mim, que me havia amado sempre, que eu poderia obter tudo dela, menos o fim do seu amor. Recorri aos meios mais duros e mais vis para fazer cessar aquela diária invasão postal: durante vários meses não respondi nada e quando lhe escrevi foram cartas breves, frias, irônicas, ofensivas; cheguei a devolver-lhe as cartas sem have-las aberto.

Pois nem com tudo aquilo ela cansou, nem seu amor diminuiu. Escrevia-me da mesma forma, todos os dias, sem esperar resposta; se recebia uma das minhas malvadas cartas, considerava-se feliz; tornava-me a enviar, em envelope aberto, as cartas devolvidas. Frequentemente eu recebia flores que ela fora colher para mim, no campo. De uma feita, recebi a fotografia da minha casa, que ela tirara às escondidas. Não podendo visitar-me, esperava-me nas ruas por onde eu costumava passar, frequentava os lugares aonde eu costumava ir e, imediatamente após o encontro, recebia eu longuíssimas cartas em que descrevia sua infausta embriaguez por ter-me avistado de longe.

Impossível conter aquele obstinado amor. Tive por isso de decidir-me a suportá-lo sem dar sinal de vida. Por certo tempo, as preocupações em torno de uma possivel mudança em minha vida, longas vagabundagens através da Itália, me mantiveram afastado das mulheres. Mas, um belo dia, encontrei a Segunda, uma mulher que eu já conhecia, mas que só naquele dia vim a descobrir. A Segunda era a mulher em sua pureza animal, a fêmea sadia, simples, alegre, esbelta, sensual, pronta ao riso, à defesa e à carícia. Eu amo as coisas que são o que devem ser: os cães que mordem, as campinas incultas, o pão feito de farinha e as mulheres sem literatura.

Desde aquele dia eu amei a Segunda com toda energia de um corpo (porque insistir tanto no coração?) de vinte e cinco anos. Mas a Segunda, precisamente porque a mulher é instintivamente inimiga daqueles que vivem de esperanças e de palavras, de fumo de projetos e de fumo de cigarros, não sentia absolutamente nada por mim; ria-se comigo como com os outros e isto bastava para desafogar a sua rica juventude e fazer brilhar seus belos olhos serenos. Todas as artes primárias do sedutor adocicado se mostravam perfeitamente inúteis: olhares lânguidos, adulações alambicadas, cartas líricas, passeios com e sem lua, ardentes apertos de mão, rápidas tentativas de beijo. Todas estas coisas e manejos eram acolhidos com uma fuga dos mais belo e mais franco dos risos, que por si só bastava para indicar a tranquila indiferença da sua carne e do seu coração.

Mas eu não podia renunciar à esperança de um dia vê-la gemer com a cabeça apoiada no meu peito. Enqanto a outra, a Primeira, continuava a perseguir-me com seu amor inútil, eu continuava a atormentar a Segunda com meu amor necessário. Um dia, não sei como, escrevendo à Segunda, copiei, trocando unicamente o masculino pelo feminino, algumas frases de uma carta que há pouco me havia escrito a Primeira. Esta escrevia muito e por isto se repetia muito, mas devo reconhecer que possuia grande virtuosidade no estilo amoroso, que eu nunca possuí nem desejava aprender. Abrasada de paixão, a alma inteira fixa em seu amor, as imagens e súplicas lhe nasciam espontaneamente, copiosas e ao mesmo tempo absolutamente originais. Naquela manhã, tendo a carta da Primeira diante de mim enquanto escrevia à Segunda, me veio a idéia de servir-me da tortura quotidiana para poupar o trabalho de inventar frases novas.

Grande foi a minha surpresa quando, no dia seguinte ao encontrar-me de novo com a Segunda, notei que a minha última cart lhe causara mais impressão que todas as anteriores. Em vez de rir durante todo o tempo, como era seu costume, mostrou-se mais discreta: quis discutir a sinceridade de uma das frases roubadas à carta da outra e, ao nos separarmos, pareceu-me que a sua mão apertou a minha com menos tranquilidade que nas outras vezes. Este primeiro sintoma de vitória não me deixou dormir a noite inteira e, sorrindo à idéia absurda de uma magia comunicante, ocorreu-me continuar de propósito o que por acaso começara, isto é, servir-me das cartas da Primeira para escrever à Segunda.

Em um cofre profundo e largo guardava uma centena de cartas da Primeira; todos os dias tirava duas ou três e extraía delas uma pequena antologia passional que logo, mercê de algumas aditações, formava uma bela e longa carta de amor. O sistema teve êxito. Por que não ampliá-lo? Pensei, pois, em presentear á Segunda alguns dos livros que me dera a Primeira e o efeito foi ainda mais rápido e visível. A Segunda já não me recebia com seu riso costumeiro; esperava às ocultas, na janela, a hora da minha chegada. Ao falar tomava, sem notar, uma das minhas mãos e nervosa a apertava e acariciava.

Os seus olhos, especialmente quando eu ia retirar-me, tornavam-se quase lânguidos. E embora as palavras dela ainda rechaçassem o meu amor, toda a sua pessoa começava a confessar-me o seu. Um dia a Primeira enviou-me um grande envelope cheio de violetas silvestres. Antes que murchassem, meti-as em outro envelope e levei-as à Segunda, dizendo-lhe ser aquela “uma carta da primavera”.

No outro dia encontrei em um estojo um anel de ouro ornado de uma pequenina pedra vermelha que eu tormara à força da Primeira nos dias mais ardentes de meu quase-amor por ela. Pensei em dar aquele lindo anel à Segunda; era uma espécie de traição, mas não pude conter-me. Embora a Segunda não houvesse ainda confessado que me amava, as demonstrações eram tantas que eu podia perfeitamente arriscar-me a fazer-lhe esse presente. Enviei-o e, no dia seguinte, vi a Segunda, comovida, sorridente, um pouco triste, com a jóia da Primeira no dedo. Depois de permanecer um momento silenciosa, depois de perguntar-me várias vezes se eu de fato a amava, depois de ficar outra vez silenciosa, ela estreitou-se contra o meu corpo e, com o rosto ardente e a voz transmudada, confessou que me queria, que não podia fazer outra coisa senão amar-me.

Desde aquele dia começou a minha verdadeira felicidade. Longas horas passadas em silêncio, abraçados, longas horas de risos e de confidências e longos passeios em que se colhiam pétalas de rosas e rápidos beijos à sombra dos muros tudo o que os namorados sabem e sentem nós conhecemos juntos durante meses e meses.

A Primeira continuava a enviar-me suas intermináveis cartas e eu, sem confessar nada à Segunda, aprendia de cor suas frases novas para repeti-las à nova amada. E durante muito tempo durou aquele singular plágio privado, aquela transmissão de palavras e de coisas através de um só homem, distraído e desejoso, entre duas mulheres desconhecidas que amavam. Tinha observado desde o princípio, que nos dias que a Primeira procurava ver-me e me olhara longamente com seus enormes olhos negros cheios de tristeza e de paixão, a Segunda mostrava-me amar-me com violento amor; ao passo que, quando não vinham cartas da Primeira, a outra aparecia mais silenciosa e retraída. Eu notava este e outros fatos, mas, no abandono do novo e fresco amor, eu não procurava nem queria explicá-los e não pensava tampouco nas consequências que poderia trazer-me alquela mágica transmissão espiritual.

Eu não percebia todo o sentido incrível na relação que se estabelecera entre nós três: eu era amado pela Segunda, enquanto a Primeira me tinha amor. Que se passaria se a Primeira deixasse de querer-me? Não queria pensar em tal, embora pudesse acontecer, como aconteceu. Como pode a Primeira descobrir o meu amor pela Segunda? Nunca pude sabê-lo com certeza; talvez uma amiga, talvez um pressentimento, talvez uma denúncia secreta. Eu usara de todas as precauções prediletas de minh’alma, por natureza reservada, para ocultar o meu último amor. Eu ia com a segunda pelas ruas e campos onde tinha certeza de não encontrar ninguém, nem a pessoas que só me conheciam de vista, ia à sua casa às escondidas, ao cair da noite, quando sabia que a Primeira se achava em casa e não podia sair.

Ela ficou sabendo de tudo e mo disse em uma carta de vinte ou trinta páginas na qual o amor, o sentimento, o desespero, a súplica, o despeito e a raiva formavam uma confusa mescla sentimental. A carta terminava assim: “Compreendo que o seu martírio está a ponto de terminar, compreendo que o meu louco amor vai morrer. Estás contente, por fim?” Antes de amar à Segunda, estas palavras ter-me-iam tirado um peso do coração: mas, depois do que se passara, tive medo. Durante todo o dia me senti muito mal e nada pude fazer. Apenas anoiteceu, fui à casa da Segunda e comecei a beijá-la loucamente, no rosto e nas mãos, sem lhe dar tempo sequer para fechar a porta. Estava fria, séria, aborrecida. Abracei-a, disse-lhe baixinho mil palavras de ternura, perguntei-lhe por que se achava pensativa e mal-humorada; mas tudo foi em vão, não me foi possível erguê-la de seu abatimento. Talvez se trate, pensei, de alguma tristeza que não quer revelar-me por pudor.

Não pude acalmar-me, nem naquela noite, nem no dia seguinte. Passaram alguns dias. A Primeira já não me escrevia, não se deixava ver, já não me seguia; a Segunda estava cada vez mais triste, mais severa, mais aborrecida do que nunca, e eu não conseguia, nem com palavras, nem com presentes, nem com carícias, fazê-la tornar ao alegre amor dos outros tempos. Certa manhã, uma outra carta e, desta vez, da Segunda. Por que escrevia? Que queria de mim? Como é que me escrevia, ela que nunca me mandara uma carta? Ao rasgar o envelope eu tremia como uma folha. Tinha razão de tremer: li entre lágrimas que a Segunda, minha bela, graciosa e alegre Segunda, já não me amava, embora ignorasse por que razão, e que não queria amar-me unca mais, malgrado a pena que a minha dor lhe causaria. Os que já receberam cartas semelhantes compreenderão a angústia que senti nesse momento. Não sabia que fazer nem que pensar… Momentos havia em que eu ficava furioso como uma besta enjaulada, em outros abatido como um homem que se desfaz em nada. Refleti no que poderia fazer, de possível e de impossível, para ressucitar o amor na Segunda e vi finalmente que só uma coisa, embora extravagante e dolorosa, poderia devolver-me a alegria: voltar à Primeira, obter-me o seu perdão, fazer-me amar novamente.

No mesmo dia, depois de me haver tranquilizado um pouco, escrevi à Primeira, ordenando-lhe que se achasse no dia seguinte em uma rua que ela conhecia muito bem, pois queria falar-lhe, e escrevi à Segunda que não podia crer nas suas palavras mas não tinha coragem de torná-la a ver tão cedo. No dia seguinte a Primeira, trêmula, me esperava. Como poderia eu fingir-lhe amor, a ela que eu não amava, que me aborrecera durante tanto tempo? E fingir para enganá-la em benefício dos outros dois que tanto a fizeram sofrer? Era porém necessário recitar a cena da paixão que volve, do arrependimento que enternece, do remorso que rói. Era preciso enganar vilmente a uma desgraçada, enlamear minha alma com uma repugnante duplicidade para recuperar o amor da minha preciosa Segunda. Nunca sofri tanto falando de amor a uma mulher como naquele dia. Mas triunfei. O amor fez o milagre. Fi-la acreditar tudo o que eu quis. Neguei tudo, prometi tudo. Para tornar a ser amado pela ausente esforcei-me por conseguir o mesmo da presente. A cena foi longa e patética, entremeada de lágrimas e beijos. Quando entardeceu, tinha vencido. Vi nos grandes olhos negros aparecer o amor que por poucos dias tinha sido não assassinado, mas coberto pelo ciúme e pelo desdém.

Depois de tão fatigante sacrifício, não tive coragem de ir ver a Segunda. No dia seguinte recomeçaram as longas, insistentes e frequentes cartas da Primeira. Para melhor me certificar da minha vitória, quis acompanhá-la uma vez mais aos lugares onde nos tínhamos amado nas longínquas manhãs de primavera. Voltamos ao sendeiro escondido, ladeado de ciprestes, colhi para ela ramos de giesta. Era feliz, ditosa, louca: não se atrevia a falar, por medo que eu desaparecesse de seu lado como o fantasma de um sonho. Algumas horas depois recebi uma carta da Segunda. Poucas linhas. “Vem, volta, alma minha. Eu te amo, te amo mais ainda, te amarei sempre. Volta que eu te espero… Não me faças sofrer.”

Na mesma tarde corri à sua casa: encontrei-a como antes, cheia de riso, de graça, de sensualidade. Mas o êxtase da reconquista deveria durar pouco. O destino não estava contente. Cego de alegria, aprressei o fim de tudo. Quis levar a Segunda ao campo, como a Primeira, e gozar do seu belo rosto entre as árvores, a relva e a solidão. Não compreendo por que nos dirigimos a uma parte onde nunca havíamos estado. Ela própria quis mudar de caminho e me mostrou com a mão um outerio coberto de giesta amarela. “Quero ir ali – disse ela. – Gosto tanto de giesta! Quero levar um ramo para casa.”

Podia deixar de obedecer-lhe? Entretanto, naquele momento, senti algo dentro de mim e que me pareceu que minhas pernas tremiam. Por trás daquele outeiro se achava a senda dos meus amores com a Primeira, a senda com ciprestes, onde tantas vezes nos setáramos, com a mão na mão e a boca na boca. Fomos. Para descer, aproximamo-nos do sendeiro, o sendeiro que eu não podia tornar a ver sem perturbar-me, ao recordar a última cena de fingimento com a outra. Mas a Segunda estava tão alegre! Corria adiante de mim, aos gritos, com as faces ardentes, os olhos brilhantes, as mãos cheias de ramos amarelos. Eu corria atrás dela, alcançava-a, estreitava-a entre meus braços, beijava-a na boca, chupava-lhe os lábios úmidos e quentes. A pouca distância ouvimos passos… e um grito.

A outra, a Primeira, vinha em nossa direção, pelo sendeiro, e me havia reconhecido. Vi um momento seu rosto pálido e seus olhos de loucura. Separei-me da Segunda e me pus de pé. A Primeira se aproximava: tinha vindo talvez para pensar em mim, para tornar a sonhar naquele lugar onde fora tão feliz. Ao chegar diante de nós gritou com voz rouca:

– Basta!

Afastou-se e logo se fez ouvir a convulsão de um soluço. Desapareceu. Olhei para a Segunda. Também estava pálida, a fisionomia transtornada. Arremessou ao chão as giestas e me disse:

– Adeus!

E afastou-se como a outra, soluçando. E desde aquele dia nenhuma das duas me tornou a amar, as duas me esqueceram e encontraram outro amor. Eu continuei solitário e não amo a ninguém, nem sequer às recordações. Foi mesmo para livrar-me delas que escrevi estas páginas.

 

Giovanni Papini – Palavras e Sangue

Tradução de Mário Quintana

2 comentários sobre “A primeira e a segunda

  1. Pingback: A Primeira e a segunda. (Giovanni Papini) « Obscured By Clouds

  2. Um dos contos mais lindos que já li.
    Adoraria tê-lo escrito.
    Fascinante!!!

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